Duas tipografias na mesma frota
A literatura aponta a diferença de fonte entre treino e operação como a principal causa de erro de leitura — não a qualidade da imagem. No Brasil, placa antiga e Mercosul circulam juntas, com tipografias diferentes.
MEDIDO EM PÁTIO DE CLIENTE, EM OPERAÇÃO REAL
O Vidente conduz toda a pesagem: lê a placa, mede o peso por eixo e total, grava o registro com foto e libera a cancela — tudo sem tag RFID ou transponder.
Estudos brasileiros mediram leitores de placas comerciais fora do laboratório. O mesmo leitor, condições diferentes:
Fonte: Laroca et al., UFPR — arxiv.org/abs/1802.09567 e arxiv.org/abs/2201.00267. Dataset RodoSol-ALPR: 20.000 imagens de praça de pedágio na ES-060, capturadas de dia e de noite, em dias limpos e de chuva.
Percentual sem condição não é dado. É folder.
A cada 10 caminhões, 3 voltam para a digitação manual. E é sempre no dia de fila.
Ele grava quando quatro condições fecham ao mesmo tempo. O veículo está fisicamente sobre a plataforma. O peso estabilizou no indicador. A placa foi identificada e conferida. Só então o registro é gravado — com foto.
Um OCR isolado lê caracteres. Ele não sabe se o caminhão está inteiro na balança.
É a diferença entre um erro de leitura que suja seu banco de dados e um erro de leitura que apenas pede confirmação.
O primeiro você descobre no fechamento do mês. O segundo custa quinze segundos.
O Vidente identifica pelo que todo veículo do Brasil é obrigado a ter na frente.
Nenhuma tag. Nenhum transponder. Nenhum cadastro prévio para o caminhão entrar na fila.
O Vidente identifica o veículo pela placa — e ponto.
Câmera de pátio vive na pior condição possível: sol, chuva, poeira, vibração. Não é questão de se — é quando.
E é aí que a arquitetura do sistema aparece na fatura.
As câmeras de leitura de placa do mercado são caras porque o processamento está dentro da câmera. Trocar uma dessas é comprar o computador de novo.
O Vidente inverte isso. O processamento roda no computador do sistema, protegido dentro da cabine da balança. A câmera lá fora volta a ser só um sensor.
Quando a câmera exposta se perde, você repõe uma câmera IP comum. A inteligência nunca estava nela.
Oito vezes o preço, para acertar menos.
A câmera caríssima erra 1 em cada 4 caminhões — porque o problema nunca foi a câmera.
Reconhecimento facial do motorista, amarrado ao veículo e à carga no mesmo registro de pesagem.
Placa identifica ativo. Rosto identifica responsabilidade.
Sem os dois, você sabe o que saiu do pátio — mas não sabe com quem.
Reconhecimento facial faz parte do módulo Gestão de acesso, licenciado separadamente do Vidente.
O Vidente não tira o operador da operação — tira o operador do trabalho de digitação. A placa é lida pela visão por IA; o operador só confirma a liberação.
Veículo se aproxima e a visão por IA lê a placa e confere no cadastro, sem ninguém digitar nada.
O sistema apresenta o veículo já identificado e o operador confirma a liberação. A plataforma só é liberada se estiver vazia e o registro anterior estiver fechado.
O indicador confirma; o CLP mantém o veículo travado até a estabilização.
Registro gravado com imagem do veículo, peso, placa e horário. E-mail disparado, se configurado.
Cancela abre; sensores verificam obstrução antes de fechar.
A tolerância legal mudou e boa parte do material que circula no setor ainda repete o número antigo. Hoje são 5% sobre o peso bruto total e 12,5% sobre o peso transmitido por eixo (Lei 7.408/1985, com a redação dada pela Lei 14.229/2021).
Na prática: um caminhão dentro do peso bruto total pode estar irregular por eixo.
CONJUNTO TRASEIRO ACIMA DO LIMITE · TOLERÂNCIA LEGAL DE 12,5% POR EIXO JÁ CONSIDERADA · VALORES DE EXEMPLO, A VALIDAR PELA SP SISTEMA
E, o que dói de verdade, o veículo não segue viagem até que o excesso seja retirado. Carga transbordada na beira da estrada, entrega furada, cliente ligando.
O Vidente faz classificação de peso por eixo em pesagem estática, na sua balança, na origem.
O caminhão sai do seu pátio sabendo que passa na fiscalização.
Lei 7.408/1985 (redação da Lei 14.229/2021) · CTB art. 231, V · DNIT — Plano Nacional de Pesagem
Cálculo referenciado na Lei 11.442/2007, art. 11 (R$ 1,38 por tonelada/hora após 5 horas de carga e descarga). Estimativa para dimensionamento, não proposta comercial.
O Vidente cobre a pesagem completa. Cinco módulos adicionais estendem o sistema para o pátio inteiro — cada um licenciado separadamente.
Módulos são licenciados separadamente do Vidente. Consulte no orçamento.
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